Muitas pessoas não sabem, mas a eletrônica embarcada é composta por todos os sistemas eletrônicos existentes em seu veículo que proporcionam segurança, conforto, mobilidade e controle total do automóvel.

Ela foi desenvolvida para operar e facilitar os sistemas com o carro em movimento e seu início se deu em 1912, com o lançamento do primeiro carro com partida automática, uma grande evolução em uma época onde a partida do carro se dava através de uma manivela.

Entre 1920 e 1950 deram vida ao sistema elétrico de 12V e em 1980, década que a tecnologia teve grande avanço, os sistemas passaram do elétrico para o eletrônico.

Cada sistema embarcado foi desenvolvido para realizar uma tarefa específica, permitindo que os carros ofereçam mais segurança, conforto e menos poluição. Estes são alguns dos sistemas comandados pela eletrônica embarcada:

Sistemas de freio ABS: Os componentes eletrônicos monitoram a rotação individual de cada roda, aliviando a pressão nos discos e tambores de freio e tem como principal objetivo evitar o bloqueio das rodas em uma frenagem de emergência, permitindo que o motorista não perca o controle do veículo.

Airbags: São as bolsas infláveis que são acionadas com uma colisão e evitam o choque dos ocupantes do veículo com as partes internas como painel, lateral da carroceria e até impacto entre os ocupantes.

Cintos de segurança: São Cintos pré-tensionador que ativam uma retração com o impacto, também evitando o choque dos ocupantes com as partes internas do veículo.

Câmbio automático e automatizado: Toda a mudança de marcha deixa de ser mecânica para acontecer através de uma central eletrônica. Pode ter função que permite a interação do motorista com o sistema, permitindo a troca de marchas por botões no volante ou na alavanca de câmbio ou uma função completamente automática.

Direção elétrica: Tem a mesma função da hidráulica, sem o esforço do motor para funcionar, reduzindo assim o consumo de combustível – de acordo com os fabricantes de autopeças, pode chegar a até 6% de economia.

Rede CAN: É o sistema integrado de troca de informações entre os módulos que permite a redução de chicotes elétricos, permitindo uma interação maior entre os componentes do veículo, como por exemplo, ativar o rebaixamento do espelho interno para melhor visualização da guia, no momento em que a ré for engatada.

Injeção eletrônica: E por fim e mais importante, o cérebro do motor. Responsável por todo o seu funcionamento, administra tempos de injeção de combustível e ignição do motor, com base em informações dos sensores espalhados pelo motor e pelo carro.

E se hoje já há sistemas envolvendo eletrônica embarcada que impressionam, o futuro reserva mais conforto e segurança para os condutores. A próximas grandes apostas do mercado são as câmeras de visão noturna que permite o motorista visualizar pessoas na estrada durante uma condução noturna; radares anticolisão que freiam o veículo ao detectar objetos à frente; airbag para passageiros traseiros e sistema Head Up Display Sistema, que projeta informações básicas no para-brisa do veículo, diminuindo o desvio de visão do motorista para a leitura.

Toda essa tecnologia exige uma mão de obra especializada para sua manutenção. É preciso buscar formações competentes e atualizar-se constantemente, uma vez que o mercado automotivo evolui a cada ano.

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